A tropa de elite do bem

As pessoas que entenderam o espírito deste blog já estão ajudando o jornalismo a ficar com menos cheiro de esgoto.

Obrigado aos colegas que repassaram novas informações de almoços ou viagens (em breve, de acordo com o calendário, elas entrarão aqui). Conto com a ajuda de todos para derrubar a esquadrilha de aproveitadores que tomou conta da nossa profissão.

Neste momento, disparei uma série de e-mails convidando companheiros comprometidos com a ética jornalística a entrar nessa campanha.

Volto logo.

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14 Responses to A tropa de elite do bem

  1. Renato disse:

    Viagem de empresa, com tudo pago? Só aceito se for agora!

  2. antijabacule disse:

    Olha lá como funciona a cabeça do jornalista. Vexaminoso.

  3. Glauber disse:

    caro antijabaculê, conte para nós 1) qual foi seu último emprego com carteira assinada numa redação relevante; 2) quantas viagens a trabalho, pagas pela sua empresa ou a convite, vc já fez na sua carreira de jornalista?

    depois disso continuamos a conversar.

  4. antijabacule disse:

    Caro Glauber,

    É impressionante, mas sempre que faltam argumentos para discutir um assunto, os imbecis utilizam a tática de diminuir o valor do debatedor.

    Como se eu me importasse muito em “continuar a conversar” com você (prefiro, talvez, conversar com um cachorro), mas vamos lá:

    1) Trabalho atualmente em um veículo que é líder no Brasil em sua mídia. Não revelo qual, mas acho que é informação o suficiente para sanar sua dúvida – que, convenhamos, é bastante irrelevante.

    2) Nunca parei para fazer essa contabilidade. Certamente foram dezenas de vezes, todas pagas pela empresa jornalística. Mais uma vez, é irrelevante. É algo que faz parte do trabalho jornalístico, não é lazer. É análogo a perguntar quantas vezes eu fiz ligações internacionais no trabalho, ou quantas vezes participei de reuniões de pauta. Demonstra apenas o seu interesse: você acredita que quem escreve nesse espaço é alguém que gostaria de viajar por jabá, mas não consegue. Nojo. Jornalismo não é isso.

    Gostaria de saber, senhor Glauber, quantas vezes em sua carreira de jornalista você pode celebrar um furo. Acho que essa é a questão importante.

  5. Completando: se você acha essa iniciativa ética, de jogar gente decente e jabazeiros na mesma vala, então a sua deformação de caráter é muito mais grave do que eu supunha.

  6. antijabacule disse:

    Senhor Marcelo, não vou te julgar da mesma forma que você me julga. Sinceramente não sei se você é jabazeiro. Mas saiba que meu “caráter deformado” vai publicar seu nome caso eventualmente ele apareça em alguma lista.

  7. Teoricamente nem tenho como te julgar, já que nem sei quem é você. Geralmente eu ignoro covardes e medrosos. Entretranto, no caso aqui presente, creio que se comportamento lastimável precisa ser combatido ou, pelo menos, denunciado. você que adora patrulhar, dedurar e expor quem quer que seja, independentemente da “culpa”, vai provar de seu próprio veneno. Serão tantas as ações judiciais que não vai sobrar nem mesmo uma meia.

  8. Bruno Ferrari disse:

    “Trabalho atualmente em um veículo que é líder no Brasil em sua mídia”. Rapaz, o seu “atualmente” diz tudo… e esse negócio de líder é coisa de quadrante mágico

  9. antijabacule disse:

    É para rir ou para chorar?

  10. anonima disse:

    http://fuinacoletiva.blogspot.com/

    Isso sim é a oficialização do Jabá. E o autor ainda reclama dos almoços e presentinhos. E, ao que me parece, nao escreve para veículo nenhum. Como RP, fico revoltada e acho triste que os colegas jornalistas não denunciem esse tipo de prática.

  11. Post Pago disse:

    Absurdo.

    Outro dia mesmo, famoso e íntegro que sou, recusei proposta da AMD/ATI pra criar um blog quebrando a Nvidia.

    Eles iam me pagar em placa de vídeo, vê se pode.

  12. Olá,
    Sou o blogueiro do FUI NA COLETIVA e venho agradecer as visitas que você está me proporcionando.
    Só fiquei chateado quando o colega que trabalha em um grande portal, localizado na região da Faria Lima, me chamou de SEM-VERGONHA, via twitter, sem ao menos se identificar ou me conhecer (se bem que acho que já nos vimos em algumas coletivas).
    Também fiquei chateado com o comentário da colega assessora, que segue o mesmo procedimento, me insulta e não se identifica e provavelmente não fez uma boa coletiva, que foi devidamente comentada no blog.
    De mais, desejo sucesso no seu blog e estou linkando no meu.

  13. […] nos últimos dias, e instado por um comentário neste blog, passou a fazer crítica do trabalho das assessorias de imprensa (ele já vinha […]

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